Onde dói? Será que o problema está nessa região mesmo?

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Uma frase que gosto muito é:

O vilão nunca grita!

Apresentada para mim pela primeira vez por Glauccia Adriana, uma das referências em Pilates hoje no Brasil e no Mundo, em um dos cursos que fiz com ela.


Esta frase significa que muitas dores do nosso corpo não, necessariamente, acontecem por alguma alteração ou lesão daquele lugar específico.


Muitas vezes, e me arrisco a dizer que na sua grande maioria, esta dor acontece por alguma tensão/compensação em outra região do corpo, podendo ser nos órgãos, nos ossos e/ou nos músculos, e a parte que dói, é apenas uma vítima de um outro problema causador de toda situação. É aquilo: se um ladrão entra em nossa casa, não será ele a gritar, se assustar, reagir, e sim a vítima. No nosso corpo vemos essa mesma referência acontecer.


Isso porque, cada estímulo de dor pode ser dado por circunstâncias diferentes, pode ser por impacto, por tensão e até por desidratação da fáscia. Falando nela... você sabe se sua fáscia está saudável? Vamos falar sobre isso na próxima semana.


Semana passada falamos um pouco sobre a cicatriz que muitas vezes é vista como vilã, porém, já chegou para mim pessoas que por um coice de cavalo na lateral da perna desencadeou um problema sério no joelho. Ou seja, isso foi uma lesão de impacto, que doeu durante semanas, mas depois foi esquecido e jamais relacionado como a causa para a lesão no joelho. Já tive outros casos também, de paciente que após uma queda, onde bateu a face no chão, estava com dores no ombro e braço, com relatos de não conseguir dormir direito, sem correlacionar também o acidente com o problema atual.


E porque as pessoas não correlacionam uma coisa com a outra?

Porque a dor não se dá logo depois do ocorrido, ela aparece geralmente meses depois.

Mas claro, que cada caso é um caso! Cada corpo é um corpo! Para saber realmente as causas, ou o verdadeiro motivo da dor, é importante passar por um profissional apto para esse tipo de diagnóstico.


Os profissionais que trabalham nesta área, têm algumas formas de abordagem distintas, como as manipulações fasciais, por exemplo. Através de profissionais que estudam com ênfase neste tecido (a fáscia), têm as manipulações feitas por osteopatas, que trabalham com as fáscias, mas não necessariamente é o foco do tratamento, e tem profissionais que trabalham com o movimento dessa fáscia.


Atualmente venho estudando sobre este tecido e trabalhando com ênfase nas fáscias por meio do movimento, principalmente. Então, os exercícios e movimentos podem ser com base nos trilhos anatômicos (que já apresentei anteriormente aqui no Blog), ou não, depende do que o corpo do paciente nos mostra.


Até hoje, já fiz mais de seis cursos com visões diferentes sobre a aplicação do movimento sobre a fáscia. E é assim que as experiências e o olhar vão se lapidando, trazendo cada vez mais resultados para as pessoas que passam por mim e por minha metodologia aplicada ao Pilates ou tratamentos fisioterapeuticos no Zentrum.


Cumprindo assim nosso proposito de existência: Ajudar da melhor forma possível cada pessoa que chega ou passa por nós!




Autora:


Dra. Laiane de Oliveira Severino

CREFITO 218515 - F


Fisioterapeuta pela PUC/PR, Especialista em Performance Interna, com formação em Pilates pela maior escola do Brasil, e vários outros cursos com enfases e especializações distintas dentro do Pilates e fáscia.

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